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Gastroenterología - Página 2 - Library

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Categoría: Gastroenterología

Medicina bucal: 2

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Helicobacter pylori Reinfection is common in peruvian adults following successful antibiotic eradication therapy. Hernán Espejo Romero y Jesús Navarrete Siancas Figura 10. La presencia de metástasis hepática o en otros órganos es un signo absoluto de irresecabilidad. En general, el término halitosis se usa para describir un olor ofensivo, desagradable, que emana de la cavidad oral. Cambios arteriales oclusivos pueden producir isquemia y contribuir al desarrollo de estenosis.

Lectura Crtica de Artculos Mdicos de Investigacin Para

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Ordini Veterinari Ital.) dal 1998 al 2000. Qsa, 10 - Casa 05 (Taguatinga Sul) 70722-500 Brasilia, Distrito Federal DF Como muitos sons cardíacos são difíceis de ouvir, a cooperação do animal e um local silencioso são fatores importantes durante a auscultação. Informazioni che servono a crearsi un’idea complessiva di ogni singolo professionista ed effettuare così al meglio la propria scelta. Dal 2009 ad oggi ha frequentato corsi di perfezionamento nazionali ed internazionali in ortopedia e traumatologia veterinaria.

Ecografía digestiva (Documentos de trabajo)

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Perspectivas futuras Nuestro grupo trabaja fundamentalmente en la USE diagnóstica, pero este año vamos a implementar la USE intervencionista (PAAF) en una primera fase y la terapéutica en una 327 Endoscopía gastrointestinal - Drs. Por tal razón, estas drogas se concentran preferentemente en los lugares de mayor acidez como el estómago, médula renal y zonas con isquemia o inflamación. Corando Sáenz Aguirre para Infectología, Dr.

Lo esencial en aparato digestivo + StudentConsult en español

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Por ello, se ha clasificado a la Hepatitis autoinmune en tres tipos: Tipos 1, 2 y 3. João 2002 Estágio em Medicina de Emergência, com três meses de duração no Departamento de Emergência do Hope Hospital em Manchester, Reino Unido 1999-2004 Integra a equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação-INEM, do Hospital de S. Pueden tener síntomas inespecíficos como cansancio y malestar. A multiethnic population- based study of smoking, alcohol and body size and risk of adenocarcinoma of the stomach and esophagus (United States).

Medicina Bucal - Volumen II (Spanish Edition)

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El tratamiento de un divertículo sintomático es ya sea por vía endoscópica o quirúrgica. b. O examinador deve se concentrar nos vários sons cardíacos, correlacionando-os com os eventos do ciclo cardíaco, auscultando qualquer som anormal na sístole e na diástole, sucessivamente. La forma inflamatoria se caracteriza por tener períodos de actividad sin desarro- llar fístulas ni estenosis y por responder satisfactoriamente a la terapia inmuno- supresora.

Procedimientos Diagnosticos En Gastroenterologia Y

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J Clin Gastroenterol 1991;13:531-536. 13. Además hay una dilatación gástrica excesiva que incrementa la liberación de gastrina. Davidson 56 A Prática da Teriogenologia, 897 Ciclo estral da cadela, 897 Avaliação reprodutiva na cadela ou gata, 899 Determinação da ovulação canina, 899 Avaliação do ciclo estral para identificar o momento ideal para cobertura, 899 Interpretação das concentrações hormonais séricas, 900 Protocolo clínico: manejo veterinário da cobertura, 902 Manejo de coberturas na gata, 904 Manejo reprodutivo, 905 Colheita de sêmen, 905 Análise do sêmen, 906 Inseminação artificial: vaginal, 907 Inseminação artificial: intrauterina, 907 Obstetrícia, 909 Diagnóstico de gestação, 909 Duração da gestação e determinação da idade fetal, 910 Nutrição e exercício na gestação, 910 Vacinação e medicações na cadela ou gata gestante, 911 Ressuscitação neonatal, 912 Condições Clínicas da Cadela e da Gata, 915 Variações normais do ciclo estral canino, 915 Puberdade tardia, 915 Cios silenciosos, 915 Ciclos entrecortados (“split cio”), 915 Anormalidades do ciclo estral na cadela, 916 Proestro/estro prolongado, 916 Prolongamento dos intervalos interestro, 917 Anestro prolongado, 917 Diestro prolongado, 917 Intervalo interestro curto, 918 Pseudociese exacerbada (pseudogestação), 919 Hiperplasia vaginal, 919 Manipulação do ciclo estral, 920 Prevenção de ciclos estrais, 920 Indução de estro, 920 Interrupção da gestação, 920 Distúrbios pré-parto, 922 Peritonite seminal, 922 Perda gestacional, 922 Brucelose canina, 925 Distúrbios metabólicos, 926 Hiperemese gravídica 926 Vasculite, 926 Diabetes gestacional, 927 Toxemia da prenhez, 927 Parto e distúrbios do parto, 927 Trabalho de parto normal, 928 Distocia, 928 Distúrbios pós-parto, 932 Comportamento materno inadequado, 933 Distúrbios metabólicos, 933 Distúrbios uterinos, 934 Distúrbios mamários, 936 Neonatologia, 937 Distúrbios do trato reprodutor em cadelas e gatas ovariectomizadas, 939 Vestíbulo-vaginite crônica, 939 Síndrome do ovário remanescente/ hiperestrogenismo, 941 Condições Clínicas do Cão e do Gato Macho, 944 Criptorquidia, 944 Torção testicular, 944 Dermatite escrotal, 945 Balanopostite, 945 Frênulo do pênis persistente, 946 Prolapso uretral, 946 Priaprismo, parafimose e fimose, 946 Neoplasia testicular em cães reprodutores, 949 Infertilidade e Subfertilidade em Fêmea e Macho, 951 A fêmea, 951 Infertilidade versus subfertilidade em cadelas e gatas 951 Microbiologia e fertilidade da fêmea, 951 Complexo hiperplasia endometrial cística/ piometra, 952 O macho, 955 Infertilidade adquirida pelo macho, 955 Orquite infecciosa e epididimite, 957 Distúrbios prostáticos em cão reprodutor valioso, 958 Distúrbios obstrutivos de ejaculação, 962 Defeitos de espermatogênese, 962 Infertilidade congênita: distúrbios de diferenciação sexual, 962 Localização da Lesão e Exame Neurológico, 966 Anatomia funcional do sistema nervoso e localização da lesão, 966 Encéfalo, 966 Medula espinal, 967 Sistema neuromuscular, 970 Controle neurológico da micção, 971 Exame neurológico de triagem, 971 Estado mental, 972 Postura, 972 Marcha, 973 Reações posturais, 975 Tamanho e tônus muscular, 977 Reflexos espinais, 977 Avaliação sensorial, 980 Dor/hiperpatia, 980 Função do trato urinário, 983 Nervos cranianos, 983 Localização da lesão, 987 Abordagem diagnóstica, 988 Histórico do animal, 988 Início e progressão da doença, 988 Anormalidades sistêmicas, 988 Exames Diagnósticos para o Sistema Neuromuscular, 990 Avaliação laboratorial de rotina, 990 Imunologia, sorologia e microbiologia, 990 Diagnóstico por imagem sistêmico de rotina, 991 Radiografias, 991 Ultrassonografia, 991 Diagnóstico por imagem do sistema nervoso, 991 Radiografias da coluna vertebral, 991 Mielografia, 991 Tomografia computadorizada e ressonância magnética, 992 Coleta e análise do líquido cefalorraquidiano, 992 Indicações, 992 Contraindicações, 995 Técnica, 995 Análise, 996 Exame eletrodiagnóstico, 997 Eletromiografia, 997 Velocidade de condução nervosa, 998 Eletrorretinografia, 998 Resposta auditiva evocada de tronco cerebral, 998 Eletroencefalografia, 998 Biopsia muscular e de nervo, 998 Biopsia muscular, 998 Biopsia de nervo, 998 Distúrbios Intracranianos, 1000 Considerações gerais, 1000 Atividade mental anormal, 1000 Intoxicações, 1000 Encefalopatias metabólicas, 1000 Hipermetria, 1000 Abordagem diagnóstica para animais com doença intracraniana, 1001 Distúrbios intracranianos, 1001 Traumatismo craniano, 1001 Acidentes vasculares, 1002 Encefalopatia isquêmica felina, 1003 Hidrocefalia, 1003 Lisencefalia, 1004 Hipoplasia cerebelar, 1004 Doenças inflamatórias (encefalite), 1004 Doenças degenerativas hereditárias que acometem o cérebro, 1005 Degeneração cerebelar cortical (abiotrofia), 1005 Distrofia neuroaxonal, 1006 Neoplasia, 1006 Perda da Visão e Anormalidades Pupilares, 1008 Considerações gerais, 1008 Avaliação neuro-oftalmológica, 1008 Visão, 1008 Resposta à ameaça, 1008 Reflexo pupilar à luz, 1008 Resposta ao ofuscamento, 1009 Tamanho e simetria das pupilas, 1009 Distúrbios de posição e movimento dos globos oculares, 1010 Função da glândula lacrimal, 1010 Perda da visão, 1010 Lesões na retina, disco óptico e nervo óptico, 1010 Lesões no quiasma óptico, 1012 Lesões caudais ao quiasma óptico, 1012 Síndrome de Horner, 1013 Protrusão da glândula da terceira pálpebra, 1015 Convulsões e Outros Eventos Paroxísticos, 1016 Convulsões, 1016 Eventos paroxísticos, 1016 Descrições das convulsões, 1017 Classificação e localização da convulsão, 1017 Diagnóstico diferencial, 1018 Epilepsia idiopática, 1018 Doença intracraniana, 1019 Epilepsia adquirida relacionada com tecido cicatricial, 1019 Doença extracraniana, 1020 Avaliação diagnóstica, 1020 Terapia anticonvulsivante, 1023 Anticonvulsivantes, 1023 Fenobarbital, 1023 Brometo de potássio, 1024 Zonisamida, 1025 Levetiracetam, 1025 Gabapentina, 1025 Felbamato, 1025 Diazepam, 1026 Clorazepato, 1026 Terapias alternativas, 1026 Terapia de emergência para cães e gatos em estado de mal epiléptico, 1027 Inclinação da Cabeça, 1028 Considerações gerais, 1028 Nistagmo, 1028 Localização de lesões, 1028 Doença vestibular periférica, 1028 Doença vestibular central, 1029 Síndrome vestibular paradoxal (central), 1030 Distúrbios que causam doença vestibular periférica, 1030 Otite média interna, 1030 Doença vestibular geriátrica canina, 1032 Síndrome vestibular idiopática felina, 1032 Neoplasia, 1033 Pólipos nasofaríngeos, 1033 Trauma, 1033 Síndromes vestibulares congênitas, 1033 Ototoxicidade por aminoglicosídeos, 1033 Ototoxicidade química, 1033 Hipotireoidismo, 1033 Transtornos causadores de doença vestibular central, 1034 Doenças inflamatórias, 1034 Neoplasia intracraniana, 1034 Doença cerebrovascular, 1034 Ataques vestibulares agudos, 1034 Toxicidade por metronidazol, 1034 Encefalite, Mielite e Meningite, 1036 Considerações gerais, 1036 Dor cervical, 1036 Doenças inflamatórias não infecciosas, 1037 Meningite-arterite responsiva a esteroides, 1037 Meningoencefalite canina de etiologia desconhecida, 1038 Meningoencefalite granulomatos, 1039 Meningoencefalite necrosante, 1040 Leucoencefalite necrosante, 1040 Meningoencefalite/meningite eosinofílica canina, 1040 Síndrome canina do tremor responsivo a esteroide, 1041 Polioencefalite felina, 1041 Doenças inflamatórias infecciosas, 1041 Encefalopatia causada pelo vírus da imunodeficiência felina, 1041 Meningoencefalomielite bacteriana, 1042 Vírus da cinomose canina, 1043 Raiva, 1043 Peritonite infecciosa felina, 1044 Toxoplasmose, 1044 Neosporose, 1045 Doença de Lyme, 1046 Infecções micóticas, 1046 Doenças causadas por riquétsias, 1047 Meningite, mielite e encefalite parasitárias, 1047 Distúrbios da Medula Espinal, 1048 Considerações gerais, 1048 Localizando lesões da medula espinal, 1048 Lesões em C1-C5, 1048 Lesões em C6-T2, 1048 Lesões em T3-L3, 1050 Lesões em L4-S3, 1050 Abordagem diagnóstica, 1050 Disfunção aguda da medula espinal, 1051 Trauma, 1051 Hemorragia/infarto, 1053 Doença aguda do disco intervertebral, 1053 Extrusões de disco traumáticas, 1059 Embolia fibrocartilaginosa, 1059 Instabilidade atlantoaxial, 1060 Neoplasia, 1060 Disfunção progressiva da medula espinal, 1060 Distúrbios progressivos subagudos, 1060 Distúrbios progressivos crônicos, 1062 Distúrbios progressivos em animais jovens, 1071 Distúrbios não progressivos em animais jovens, 1072 Transtornos dos Nervos Periféricos e da Junção Neuromuscular, 1074 Considerações gerais, 1074 Neuropatias focais, 1074 Neuropatias traumáticas, 1074 Tumores da bainha de nervos periféricos, 1074 Paralisia do nervo facial, 1077 Paralisia do nervo trigêmeo, 1078 Hiperquilomicronemia, 1079 Neuromiopatia isquêmica, 1079 Polineuropatias, 1080 Polineuropatias congênitas/hereditárias, 1080 Polineuropatias crônicas adquiridas, 1081 Polineuropatias adquiridas Agudas, 1083 Distúrbios da junção neuromuscular, 1084 Paralisia do Carrapato, 1084 Botulismo, 1086 Miastenia Grave, 1086 Disautonomia, 1088 Distúrbios do Músculo, 1090 Considerações gerais, 1090 Miopatias inflamatórias, 1090 Miosite mastigatória, 1090 Miosite extraocular, 1091 Polimiosite idiopática canina, 1092 Polimiosite idiopática felina, 1092 Dermatomiosite, 1093 Miosite por protozoários, 1093 Miopatias metabólicas adquiridas, 1093 Excesso de glicocorticoides, 1093 Hipotireoidismo, 1094 Polimiopatia hipocalêmica, 1094 Miopatias hereditárias, 1095 Distrofia muscular, 1095 Miopatia centronuclear do Labrador Retriever, 1095 Miotonia, 1095 Miopatias metabólicas hereditárias, 1096 Alterações involuntárias no tônus muscular e movimento, 1096 Opistótono, 1097 Tétano, 1097 Mioclonia, 1098 Tremores, 1098 Discinesias, 1098 Distúrbios que causam intolerância ao exercício ou desmaio, 1098 PARTE DEZ DISTÚRBIOS NAS ARTICULAÇÕES, 1103 Susan M.

Manual Para Entender Y Tratar El Estreñimiento Y Colón

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Ospedale San Raffaele - Milano, via Olgettina 60, 20132 Milano, Italia - Tel. 02 26 431 "Questo sito utilizza cookie di carattere analitico, usati in forma aggregata, con lo scopo esclusivo di raccogliere informazioni per analisi statistiche, per miglioramenti e per monitorare il corretto funzionamento. La sensibilidad y la especificidad se interrelacionan y dependen del tiempo entre la inoculación y la lectura de los resultados.

Programa ACTION. Actualización clínica y terapéutica.

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Existe suficiente evidencia que indica que esta cubierta lingual contribuye a la presencia de mal olor oral ya que los microorganismos que están presentes tienen la capacidad de producir CSV mediante la putrefacción de aminoácidos, péptidos y proteínas que contienen azufre. DIAGNÓSTICO La colonoscopia es el examen de elección que hace aun posible, la transposición de la válvula ileocecal y observar el íleo terminal; permite aplicar terapia endoscópica para detener o prevenir resangrado, con un rendimiento que va del 70 al 92%.

PROBLEMAS DIGESTIVOS

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Manejo nutricional en la diarrea crónica y malnutrición. Se usan por vía oral (prednisona, budesonida), parenteral (hidrocortisona, metilprednisolona) y a nivel local en forma de supositorios o enemas de retención (hidrocortisona, metilprednosolona, bude- sonida, betametasona). La evaluación inicial de un individuo sospechoso de ser portador de una enfermedad hepática empieza con la determinación de las transaminasas (amino- transferasas), fosfatasa alcalina y bilirrubina a las cuales se le puede agregar la gammagluta- miltranspeptidasa (gammaglutamiltransferasa) –GGTP– y las pruebas que determinan la función de síntesis hepática: tiempo de pro- trombina y albúmina sérica, las cuales general- mente se encuentran alteradas cuando el compromiso es más avanzado.

Sindrome de intestino irritable y otros trastornos

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Mc Donald 1967 y la proyección por el Manual de la American Cancer Society – OPS 1996). 2. Después de una CPRE puede producirse elevación transitoria de enzimas pancreáticas (en suero y orina) hasta en un 50 % de los casos, pero no suelen tener repercusión clínica; sin embargo, en ocasiones se desarrolla una auténtica pancreatitis aguda, que exige hospitalización y tratamiento médico convencional; ocurre en menos del 2 % de las pan- creatografías y, excepcionalmente en casos de fallecimiento.
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